Cabelos molhados; pela fresca,cheiro de homem, toque, beijos, segredos. Toquei em seu braço, como sem querer, olhei em seus olhos e deixei transparecer minha busca por prazer. Mordendo os lábios, mexendo no cabelo, dedos passando na orelha,discretamente, ele sentado na minha frente, olhei para o meio de suas pernas discretamente.
Ele tocou, aperto, passou a mão nas bolas, coloquei os óculos escuros, apertei os seios, vi o volume em sua calça aumentar, ele pressionou a vara , eu fingi não me importar. Olhei para o lado, procurando outro, deixei ele enciumado e cada vez mais louco.Cruzei as pernas, descruzei, mexi no cabelo, peguei a garrafa de água e deu um grande gole, gotas caíram, deslizaram pelo queixo,gotículas escorreram pelos seios. Senti o cheiro do sexo exalando da sua calça, ele desapertou a gravata, limpou o suor com um lenço branco.
Abri as pernas, levantei a saia, tirei os óculos, levantei-me, virei as costas, me espreguicei, finge tédio, ele levantou, seu volume estava enorme na calça social. Ele era o predador eu a caça, ele me farejou, veio em minha direção, mexi no colar.
Senti sua mão deslizando por minha nunca, sua respiração forte, quente, senti o cheiro do sexo que vinha do seu corpo, suas mãos envolvendo minhas garganta, a barba arranhando meu rosto, o pau quente me forçando por trás, eu dizendo não, querendo dizer mais.
Ele bateu com força na minha bunda, - "Fica de quatro cadela", Ele dizia e me tratava como uma. - "Chupa minhas bolas vadia, lambe devagar, minha putinha."
Braços fortes, me pegavam pela cintura, lábios quentes tocaram minha bunda, língua macia e molhada penetrou na minha boceta, gemia, gritava, e o ouvida dizer que eu era sua putinha, senti a língua subindo pelo meu rego, gritava mais, já não tinha medo.
Ele tirou o pau para fora, torto para cima, cabeça vermelha, senti seu cheiro, passei ele pelo meu rosto,ainda lembro do cheiro de macho que ele tinha, apertei ele entre meus seios, engoli e ele gritava de tesão, no final matei todos seus filhos em minha boca. Se é que me entendem.
Beijos, Quelzinha.


Nenhum comentário:
Postar um comentário