segunda-feira, 9 de junho de 2014

O vestido de Leila

Mário era meu amigo havia muitos anos, sujeito boa praça, sempre alegre e rodeado de amigos. No fim dos anos de 1990, por volta de 20 anos Mário resolveu morar na Europa, como era fascinando por literatura escolheu a Rússia, lugar este onde Mário morou por mais de 15 anos, tendo este retornando ao Brasil há pouco mais de dois meses, casado com a bela russa Leila.
Quando Mário voltou ao Brasil me procurou, e logo fui ao seu encontro, este organizado por Mário em sua nova casa. Quando cheguei, fui muito bem recebido e logo Mário tratou de me apresentar sua bela esposa Leila, mulher alta, magra, de seios rígidos, e boca rosa e carnuda, seus cabelos estavam cortados na altura dos ombros, e suas pernas longas e bonitas eram as mais belas, onde já havia pousado os olhos. Demos as mãos e trocamos palavras cordiais, ainda lembro-me do toque de suas mãos macias e do perfume de jasmim que vinha de seu belo cabelo castanho claro, e da sensação invasiva que seu olha me causou.
Sentamos no sofá, Leila sentou a minha frente com suas longas pernas e um vestido branco, que evidenciava os bicos dos seios quase aparentes, pensava comigo mesmo, que aqueles seios caberiam inteirinhos em minha boca, pensava em seus mamilos grandes e vermelhos inchando de excitação a cada toque de minha mão a cada mordida a cada lambida. Mário, foi na cozinha nos preparar algo, fiquei sozinho com Leila.
Assim que Mário saiu, Leila descruzou as pernas, levantou seu vestido suavemente e me mostrou suas coxas, logo fiquei de pau duro e ela me provocando mais ainda colocou um dedo na boca, passou toda a língua, engolia o dedo com desejo, encharcou-o de saliva e enfiou entre as penas, tocou em seus seios, apertou-os, mordeu os lábios, levantou o vestido mais um pouco e abriu as pernas, me mostrou a boceta rosa e inchada de tesão.

Levantei, sentei a seu lado, toquei seus seios, e enfiei a mão no meio de suas pernas úmidas, a boceta se abriu quente, feroz, parecia engolir meus dedos, com suas contrações, comecei a ouvir seus gemidos baixinhos, o jeito como se mexia, me enlouquecia, tirei o pau para fora, Leila abaixou se e colocou os lábios vermelhos na cabeça e logo engoliu tudo, babando feito doida  gemendo, se contorcendo, pendido para que eu a fodesse, “Fuck me baby, please, fuck me”, seu sotaque sua voz firme só me deixava mais excitado.

Mordi seu pescoço, deslizei a mão para trás e enfiei  o dedo que estava todo molhado por sua bocetinha no cu, logo senti ela o contraindo, mas insisti, enfiei o dedo devagar naquele cuzinho pequeno e rosa, ela gritava baixinho, me abaixei e passei a língua nela todo, ele mordia meu pau, apertava as bolas, e minha língua fodia seu cuzinho, ela gritava, pedia mais, me chupava, meus dedos voltaram para sua boceta e ela estremeceu, gritou e mordeu minhas bolas,  eu estava doido de tesão, queria gozar, mas Leila parou sentou-se novamente  abaixou o vestido e sem falar nada me deixou lá de pau duro.

 Levantei-me sentei-me novamente  no outro sofá e durante todo o almoço Leila ficou sentada a minha frente, rindo e dizendo o quanto amava Mário e como eram felizes, enquanto passava o pé sob a mesa na minha rola, que continuava dura, e cheia de tesão. Depois do almoço não aquentei, levantei e fui ao banheiro bater uma punheta, nunca gozei tanto em minha vida, agora estou sempre na casa do Mário, voltamos a sermos os melhores amigos que sempre fomos, e Leila, está usando um vestido diferente todos às vezes.

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