quarta-feira, 25 de junho de 2014

Meu Primeiro Amor

Eu, era uma menina magrinha de 16 anos, sardenta, e com cabelos loiros, queimados pelo sol, nunca tinha me apaixonado, apenas tinha dado uns beijinhos sem importância na escola,mas naquele dia, me apaixonei, nem que tenha sido por uma hora, mas me apaixonei. Estava na casa de um amigo, fui fazer um trabalho de escola, ele tinha 17 anos e era louco por mim, eu ainda era virgem e nem pensava em deixar de ser.
Ficamos a tarde toda fazendo o trabalho e vendo filmes, já a tardinha, o seu pai chegou do trabalho, alto com 40 anos, braços grandes, e uma barba negra enorme, sentia seu cheiro de longe, fiquei molhadinha, minha calcinha empapou, fiquei doida de tesão. Olhei para seu rosto,sua cara de reprodutor, cara de macho, me senti um animal no cio, esperando ser fecundada.



Ele sentou no sofá do meu lado, e perguntou o que estávamos aprontando,  fiquei sem graça e respondi que apenas fazíamos um trabalho de Geografia.

Logo ele se retirou e foi tomar banho, o banheiro ficava no corredor, no caminho para o cozinha, disse para meu amigo que iria tomar água, já com o pretexto de ver algo, passei pelo corredor, fui até a cozinha, bebi água e voltei, no corredor vi a porta do quarto dos pais dele aberta e sobre a cama a roupa que seu pai havia tirado, entrei devagar, e peguei a cueca que estava sobre a cama, encostei-a em meu rosto, ainda estava quente, senti seu cheiro, suguei sua viralidade, passei a língua  senti um gostinho salgado, joguei a cueca e sai correndo do quarto.

Cheguei na sala e disse para meu amigo que iria embora, ele pediu para eu esperar ele tomar banho, que seu pai já estava acabando e que ele me deixaria em casa, concordei. Seu pai saiu do banho e ele entrou. Sentada no sofá lembrando do gosto da cueca, ficava cada vez mais exitada, ele chegou estava sem camisa, seus pelos ainda molhados, usava um shorte de algum time que não conheço, ele sentou no sofá na minha frente e me perguntou onde eu morava, gaguejei e ele riu.

- Está nervosa? olha sou barbudo mas não mordo. - Seu riso era irônico, talvez ele mordesse e queria que eu soubesse disso.

- Estou tranquila, apenas cansada, só isso.
Ele levantou a perna e colocou em cima do sofá, a pela perna do shorte, vi que ele estava sem cueca, vi suas bolas grandes e vermelhas, a cabeça do seu pau latejava, ele sabia que eu queria, ele sabia, e ele também me queria, ele me deseja, me atormenta, com seu desejo. Não disfarcei e olhei, queria engolir aquela rola com a minha boca, ele colocou o pau de lado, levantou suspendeu o shorte e disse - "Pega nele, sente como ele tá quente".

Fiquei petrificada não sabia o que fazer, então ele levantou, veio em minha direção, eu era sua fêmea, e ele iria me fecundar. Colocou  a rola para fora - "Abre a boquinha, põe ele ai dentro, sente o gostinho, safadinha". Engolia  a cabeça, ela passou macia por meus lábios, ele empurrou tudo devagar e perguntou seu eu gostava, tirou da minha boca e bateu com o pau duro na minha cara,.
- você gosta putinha? Gosta de rola, quer essa rola dentro da sua bocetinha, quer engolir ela?

Eu disse que era virgem, ele me levou para o quarto, e disse que seria carinhoso, me deitou na cama, passou a mão grande e forte em meus seios, como são pequenos e firmes ele dizia, cabe tudo na minha boca, como sua língua era grande e macia, eu ficava cada vez mais molhada. Ele enterrou dois dedos na minha xaninha, e colocou na boca, ele me dizia, que gosto bom ela tem, desceu beijando todo meu corpo, abriu minhas pernas, e enfio a cabeça no meio delas, eu gemia, pedia mais, sua barba me deixava louca de tesão, fazia cocegas, mais era algo que me fazia gritar cada vez mais, nunca tinha sentido algo assim.
Ele deitou o corpo forte e grande sobre o meu, me enterrou no colchão, me sufocava, mas eu gritava de tesão.

Ele passou o mau na minha boceta, -"Como ela ta quente, vou enterrar tudinho nela, você quer esse pau grande nela?. Eu não respondia, mas ele sabia que eu queria, primeiro sentir a cabeça macia entrando devagar em mim, como era gostoso, sentir ele por cima, me dominando, me amando, me machucando, como doía e como eu gostava da dor, ele começou a ir mais rápido meteu tudo, eu gritei, chorava, sentia dor e prazer, queria mais, queria engolir ele todo pela boceta, queria devorar aquele homem e nunca mais tirá-lo de dentro de mim.

Ele metia, beijava minha boca, chupava minha língua, queria me sugar, me engolir por inteira, me chamava de putinha, mordia minha orelha e me pedia para gozar, não sei se gozei, mas sentia tanto prazer que logo me contorci, minhas pernas ficaram bambas e gritei, ele tapou minha boca e deu um grande suspiro, senti sua porra quente escorrendo da minha bocetinha e indo até o cu. Ele saiu de cima de mim e veio enfiar o pau na minha boca, -"Deixa ele limpinho cachorra, lambe tudinho, vê como ele ainda está duro, um dia vou te comer direito, vou encher teu rabinho de porra, agora veste e roupa e sai, meu filho deve está te procurando".

Fui embora sozinha, não esperei meu amigo, chegando em casa me masturbei a noite toda pensado no que tinha acontecido, agora sempre tenho que encontrar com meu amigo na casa dele, afinal os estudos são muito importantes.


Beijos,
Quelzinha

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