domingo, 29 de junho de 2014

Ela não morde

- Já esteve com uma mulher antes?
- Ela não tem o cheiro que dizem ter, ela cheira bem.
- Quer sentir o gosto dela?Me diz, você quer?
- Sim quero.
- Ela tem gosto de que?
- Não sei, mas é bom.
 - Sua língua não é um pau para você deixar ela dura, lambe ela com carinho, com a língua bem molhada.
- Assim?
- Mais rápido. Já esteve com uma mulher antes, não me respondeu?
- Não, nunca.
- Então enfia um dedinho nela, sente com ela tá molhadinha, ela não vai arrancar teu dedo fora. Isso, assim,
quer enfiar teu pau em mim?
- Quero, muito.
-Não, espera. Tira a língua da minha boceta e vem passar o pau na minha cara, quero sentir o cheiro dele. Isso bate ele, me trata como sua putinha, põe ele na minha boca, me dá a cabecinha, quero sentir o gosto dela.
- Isso é gostoso. Quero encher sua cara de porra.
- Hunnnn! Aprende rápido.




- Com você me ensinado não teria como aprender.
- Fode minha boca, quero sentir tuas bolas tocar meus lábios, vou engolir teu pau todinho.
- Assim? você está gostando?
- Para de fazer perguntas, fode minha boca.
- Safadinha, sente ele na garganta.
- Quer comer uma bocetinha pela primeira vez safado, quer? Então lambe ela mais um pouquinho, me trata como sua putinha.
- Minha cachorra.
- Você, não está fazendo direito, então não vou te dar minha pombinha hoje, você tem que agir como um homem, para comer uma mulher.
- Não faz isso comigo, estou doido de tesão.
-Não, hoje você não vai comer ela, hoje você só vai comer meu cu, então deixa ele molhadinho pra sua rola deslizar gostoso. Vem lamber ele, já estou de quatro. Está vendo como ele é rosinha? Olha ele piscando para você, lambe ele vai, lambe todinho.
- É assim que você gosta?


- Isso com a língua bem molhada e macia. Põe o dedinho nele, safado.
- Hun que gostoso, quero enfiar minha rola nele.
- Vem aqui, que vou lamber ela todinha pra você meter gostoso.
- Vai deixar eu gozar nele?
- Vai, para de falar e mete. Isso devagar só a cabecinha. Gosta do barulho que ele fez quando você meteu a cabecinha? Ele está rosinha, não está? Quer meter tudo, não quer? Então mete devagar, quero sentir cada veia do teu pau me abrindo. Mais, enterra tudo, quero sentir o saco batendo na minha xana molhada. Assim, vai fode esse cu. Fode meu putinho.
- Vou gozar!
- Não sai de cima, e deita na cama, agora vou sentar e rebolar nele. Me obedece vai.Assim, abre minha bundinha com as mãos e mete ele. Gosta de me ver rebolar na sua pica? Gosta como engulo ela toda?
- Sim, muito...ahhhh.
- Você gozou? Mas já?
- Desculpa safada, não aguentei...
-Então agora eu que vou comer seu cu, para você aprender putinho, você quer isso?
- Não!
-Porém, não reclamou do meu dedinho, né. Quer meu vibrador nele?
- Só um pouquinho eu deixo.
- Tá pesando que eu sou os priminhos com quem você fazia troca-troca? Vem lambe meu cu e limpa tua porra. Depois veste as roupas e vai embora, pois vou ligar para um amigo, macho de verdade vir me foder gostoso, e se você estiver aqui quando ele chegar, ele vai comer teu cu. Você quer sentir uma rola no rabo?
- Não.
-Então vai seu putinho, outro dia te ensino mais.

Depois, telefonei para um amigo vir acabar o serviço, mas, isso é outra história.










sexta-feira, 27 de junho de 2014

Acampando no Rio Vermelho

Reunimos um grupo de amigos e decidimos acampar, o local escolhido foi o Parque Estadual do Rio Vermelho, queríamos acordar pela manhã com o barulho da água, o som da natureza.
Fomos em cinco pessoas, três homens e duas mulheres, levamos as barracas, e as mochilas cheias de comida industrializada. Já chegamos de tardinha, acedemos uma fogueira, montamos as barracas e logo decidimos dormir, para aproveitar o dia seguinte. Os meninos foram para as suas barracas e eu me deitei na barraca da Camila,uma amiga de infância, morena, longos cabelos. Deitei ao seu lado e senti seu cheiro gostoso, ela estava usando um vestidinho, deitamos de costas uma para a outra, e confesso que senti muito tesão naquele momento, bumbum com bumbum, ela virou e me abraçou por trás, perguntou se eu estava bem, se estava gostando, pois eu nunca tinha acampado, falei que sim, ela subia as mãos meios se querer até meus seios e os apertou.

Eu mandei ela parar, perguntei se ela estava louca, então me virei para ela, desci as mangas do vestido e vi seus seios com mamilos grandes e pretos, brilhando como duas jabuticabas na luz fraca, apertei-os fortes e perguntei se doía, ele gritou e disse que não, então apertei mais e mais até ela pedir para eu parar, mas eu não queria, eu queria machucá-la, eu me descobri gostando daquilo, ela gritava e eu apertava mais.
Enfiei a mão no meio de suas pernas, ela estava molhada e quente, ele me pediu para enfiar a mão inteira, que ela não mordia, enfiei, ela gritou, tirei a mão, ela estava grudando, coloquei em sua boca e mandei ela sentir o gosto, ela chupava e sugava meus dedos, gemendo, dizendo que gostava. Tirei a mão de sua boca e enfiei no seu cuzinho, só um dedinho, mas ela pediu para parar, ela não gostava, então coloquei dois, ela disse que estava machucando,coloquei quatro, queria enfiar toda a mão, ela gritava e eu queria fazer ela sofre mais, ela gemia, dizia não, sussurrava, eu beijava sua orelha, ela tremia, passou a pedir para que eu a tocasse mais rápido, vi que ela estava gostando, então me entendiei e disse que não queria mais, que estava cansada.
Ela me perguntava se eu tinha gostado, se queria ficar dentro dela de novo, eu dizia que outro dia,mas na verdade eu não queria, era de um pau que eu sentia falta, eu quis fazer com ela o que eles fazem comigo, machucar com prazer, bater em seu rosto, chama-la de puta, vadia,cachorra. Ela queria também, eu sei, mas era de um pau que eu sentia falta.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Sua


Ahh!!! Como e sou comida
Ahh!!! Vai e vem entre meus rins.

Sou sua, me escraviza
me bate me estima
me vende para os amigos
Sou seu Cavalo de Troiá 
me envia aos inimigos

Me usa, me goza, me molha.

Sou sua, me suga, me come.
Me engole.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Meu Primeiro Amor

Eu, era uma menina magrinha de 16 anos, sardenta, e com cabelos loiros, queimados pelo sol, nunca tinha me apaixonado, apenas tinha dado uns beijinhos sem importância na escola,mas naquele dia, me apaixonei, nem que tenha sido por uma hora, mas me apaixonei. Estava na casa de um amigo, fui fazer um trabalho de escola, ele tinha 17 anos e era louco por mim, eu ainda era virgem e nem pensava em deixar de ser.
Ficamos a tarde toda fazendo o trabalho e vendo filmes, já a tardinha, o seu pai chegou do trabalho, alto com 40 anos, braços grandes, e uma barba negra enorme, sentia seu cheiro de longe, fiquei molhadinha, minha calcinha empapou, fiquei doida de tesão. Olhei para seu rosto,sua cara de reprodutor, cara de macho, me senti um animal no cio, esperando ser fecundada.



Ele sentou no sofá do meu lado, e perguntou o que estávamos aprontando,  fiquei sem graça e respondi que apenas fazíamos um trabalho de Geografia.

Logo ele se retirou e foi tomar banho, o banheiro ficava no corredor, no caminho para o cozinha, disse para meu amigo que iria tomar água, já com o pretexto de ver algo, passei pelo corredor, fui até a cozinha, bebi água e voltei, no corredor vi a porta do quarto dos pais dele aberta e sobre a cama a roupa que seu pai havia tirado, entrei devagar, e peguei a cueca que estava sobre a cama, encostei-a em meu rosto, ainda estava quente, senti seu cheiro, suguei sua viralidade, passei a língua  senti um gostinho salgado, joguei a cueca e sai correndo do quarto.

Cheguei na sala e disse para meu amigo que iria embora, ele pediu para eu esperar ele tomar banho, que seu pai já estava acabando e que ele me deixaria em casa, concordei. Seu pai saiu do banho e ele entrou. Sentada no sofá lembrando do gosto da cueca, ficava cada vez mais exitada, ele chegou estava sem camisa, seus pelos ainda molhados, usava um shorte de algum time que não conheço, ele sentou no sofá na minha frente e me perguntou onde eu morava, gaguejei e ele riu.

- Está nervosa? olha sou barbudo mas não mordo. - Seu riso era irônico, talvez ele mordesse e queria que eu soubesse disso.

- Estou tranquila, apenas cansada, só isso.
Ele levantou a perna e colocou em cima do sofá, a pela perna do shorte, vi que ele estava sem cueca, vi suas bolas grandes e vermelhas, a cabeça do seu pau latejava, ele sabia que eu queria, ele sabia, e ele também me queria, ele me deseja, me atormenta, com seu desejo. Não disfarcei e olhei, queria engolir aquela rola com a minha boca, ele colocou o pau de lado, levantou suspendeu o shorte e disse - "Pega nele, sente como ele tá quente".

Fiquei petrificada não sabia o que fazer, então ele levantou, veio em minha direção, eu era sua fêmea, e ele iria me fecundar. Colocou  a rola para fora - "Abre a boquinha, põe ele ai dentro, sente o gostinho, safadinha". Engolia  a cabeça, ela passou macia por meus lábios, ele empurrou tudo devagar e perguntou seu eu gostava, tirou da minha boca e bateu com o pau duro na minha cara,.
- você gosta putinha? Gosta de rola, quer essa rola dentro da sua bocetinha, quer engolir ela?

Eu disse que era virgem, ele me levou para o quarto, e disse que seria carinhoso, me deitou na cama, passou a mão grande e forte em meus seios, como são pequenos e firmes ele dizia, cabe tudo na minha boca, como sua língua era grande e macia, eu ficava cada vez mais molhada. Ele enterrou dois dedos na minha xaninha, e colocou na boca, ele me dizia, que gosto bom ela tem, desceu beijando todo meu corpo, abriu minhas pernas, e enfio a cabeça no meio delas, eu gemia, pedia mais, sua barba me deixava louca de tesão, fazia cocegas, mais era algo que me fazia gritar cada vez mais, nunca tinha sentido algo assim.
Ele deitou o corpo forte e grande sobre o meu, me enterrou no colchão, me sufocava, mas eu gritava de tesão.

Ele passou o mau na minha boceta, -"Como ela ta quente, vou enterrar tudinho nela, você quer esse pau grande nela?. Eu não respondia, mas ele sabia que eu queria, primeiro sentir a cabeça macia entrando devagar em mim, como era gostoso, sentir ele por cima, me dominando, me amando, me machucando, como doía e como eu gostava da dor, ele começou a ir mais rápido meteu tudo, eu gritei, chorava, sentia dor e prazer, queria mais, queria engolir ele todo pela boceta, queria devorar aquele homem e nunca mais tirá-lo de dentro de mim.

Ele metia, beijava minha boca, chupava minha língua, queria me sugar, me engolir por inteira, me chamava de putinha, mordia minha orelha e me pedia para gozar, não sei se gozei, mas sentia tanto prazer que logo me contorci, minhas pernas ficaram bambas e gritei, ele tapou minha boca e deu um grande suspiro, senti sua porra quente escorrendo da minha bocetinha e indo até o cu. Ele saiu de cima de mim e veio enfiar o pau na minha boca, -"Deixa ele limpinho cachorra, lambe tudinho, vê como ele ainda está duro, um dia vou te comer direito, vou encher teu rabinho de porra, agora veste e roupa e sai, meu filho deve está te procurando".

Fui embora sozinha, não esperei meu amigo, chegando em casa me masturbei a noite toda pensado no que tinha acontecido, agora sempre tenho que encontrar com meu amigo na casa dele, afinal os estudos são muito importantes.


Beijos,
Quelzinha

terça-feira, 24 de junho de 2014

O Homem e o Mar

Sentada na praia, pés enterrados na areia, olhos cerrados, pele queimada pelo sol, sinto o cheiro do sal do mar invadindo minha essência e, despertando em minha alma, algum sentido de liberdade, me sinto viva, altiva e vigorosa, olho o mar, os surfistas e suas pranchas grandes, suas sungas pretas e bermudas molhadas grudadas no corpo, pressinto a chegada de uma chuva distante, meus olhos, perdem-se no azul do horizonte longínquo e inalcançável .


O mar nesse momento é meu amante, meu companheiro, me carrega nos braços, me joga na cama, passa molhando e salgado sobre meu corpo, o mar me possui, me alimente e me retribui.

No mar a minha morte se alto corroí em ferrugem, na vida o sal me constrói, insolúvel.
Meu homem veio do mar, em sua língua salgada me derramo, ele me chama me seduz, sua pele queimada, sua prancha largada no chão, seu calção caindo, seus pelos aparados escapando na varilha, seu mar é o que me conduz. Do mar ele vem todos os dias, ao mar ele voltara, do mar venho como sereia,para em minhas profundezas deixar ele se afogar, pingo em sua boca doses delicadas de alegria, a minha boca é sua, sua boca é minha.

Deslizo os dedos em seu corpo quente do sol, sinto o gosto do mar em sua pele, me desmancho, somos açúcar e sal, derretendo em desejo.

Ele me toma em seus braços, afoga a língua em meu oceano, molhado, quente e salgado, ouço o barulho que vem lá de baixo, sua língua me causa ondas, estremeço, me aborreço, quero ver ele navegar,abro as pernas, me entrego, ele me penetra devagar, sinto cada parte do seu pênis me descobrindo, suas veias saltando, ele me diz como estou molhada, como estou quente, como meu mar é bom para surfar. Minhas águas estão ficando mais revoltas, aumentando a corrente, ele navega mais rápido, me aperta em seus lábios, pronto para transbordar.

Meu homem volta para o mar, surfa, brinca de herói, mas no fim do dia é no meu mar que ele quer se afogar.


Para alguém especial, Quelzinha.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Os Sensuais

Cabelos molhados; pela fresca,cheiro de homem, toque, beijos, segredos. Toquei em seu braço, como sem querer, olhei em seus olhos e deixei transparecer minha busca por prazer. Mordendo os lábios, mexendo no cabelo, dedos passando na orelha,discretamente, ele sentado na minha frente, olhei para o meio de suas pernas discretamente.

Ele tocou, aperto, passou a mão nas bolas, coloquei os óculos escuros, apertei os seios, vi o volume em sua calça aumentar, ele pressionou a vara , eu fingi não me importar. Olhei para o lado, procurando outro, deixei ele enciumado e cada vez mais louco.Cruzei as pernas, descruzei, mexi no cabelo, peguei a garrafa de água e deu um grande gole, gotas caíram, deslizaram pelo queixo,gotículas escorreram pelos seios. Senti o cheiro do sexo exalando da sua calça, ele desapertou a gravata, limpou o suor com um lenço branco.

Abri as pernas, levantei a saia, tirei os óculos, levantei-me, virei as costas, me espreguicei, finge tédio, ele levantou, seu volume estava enorme na calça social. Ele era o predador eu a caça, ele me farejou, veio em minha direção, mexi no colar.

Senti sua mão deslizando por minha nunca, sua respiração forte, quente, senti o cheiro do sexo que vinha do seu corpo, suas mãos envolvendo minhas garganta, a barba arranhando meu rosto, o pau quente me forçando por trás, eu dizendo não, querendo dizer mais.
Ele bateu com força na minha bunda, - "Fica de quatro cadela", Ele dizia e me tratava como uma. - "Chupa minhas bolas vadia, lambe devagar, minha putinha."

Braços fortes, me pegavam pela cintura, lábios quentes tocaram minha bunda, língua macia e molhada penetrou na minha boceta, gemia, gritava, e o ouvida dizer que eu era sua putinha, senti a língua subindo pelo meu rego, gritava mais, já não tinha medo.

Ele tirou o pau para fora, torto para cima, cabeça vermelha, senti seu cheiro, passei ele pelo meu rosto,ainda lembro do cheiro de macho que ele tinha, apertei ele entre meus seios, engoli e ele gritava de tesão, no final matei todos seus filhos em minha boca. Se é que me entendem.


Beijos, Quelzinha.

domingo, 22 de junho de 2014

Linha 713

Eu estava no ônibus, era fim de tarde, o ônibus estava lotado, muita gente, eu estava vindo do trabalho, toda suada no meio das coxas,pois estava muito quente, passei pela catraca e fiquei perto da porta. Logo um cara se aproximou e ficou do meu lado, com o balançar do ônibus ele se aproximava cada vez mais.
De repente senti algo macio e quente roçando em meu bumbum, meu vestido de seda florido grudou com o suor em meu bumbum. Ele apertou a rola em minha bunda, começou a me enroxar, logo comecei a derreter meu de desejo.


Ele percebeu e colocou a mão por baixo da minha perna, para sentir minha umidade, e sussurrou baixinho :'' Está toda molhadinha, que boceta quente, minha loirinha safada". Continuei fingindo que não era comigo e logo ele empurrou o dedo, dei um pulinho e uma gemida abafada, ele passou o pau duro dentro da calça no meu reguinho, queria gritar de tesão, mas me segurei. Ele fingiu que ia pegar no acento para se segurar e apertou meu peito.Gritei..ahh aiii. Ele apertou mais, puxou minha calcinha e colocou quatro dedos, apertei seu pau, sem ligar para os outros, abri o zíper e coloquei ele para fora, ele subiu o meus vestido e passou aquela cabeça gostosa na porta do meu cuzinho, não aguentei e gozei...
Desci do ônibus e ele me seguiu, chegamos em casa e ele disse que queria apenas meu cu, abri as pernas, ele começou a lamber meu cuzinho com a língua bem molhada, colocava o dedinho e batia com o pau na minha bunda.


Abri as pernas e ele socou de uma vez, começou a meter e logo gozou dentro dele, pedi pra ele abrir a boca e sentei com meu cuzinho na boca dele, abri e deixei ele engolir toda a porra que saia. Ele feliz com a gozada foi embora, e agora sempre quer gozar no meu rabinho.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Cio


Entre as pernas te prendo
serpente e presa em duelo

Instintivos golpes
em oscena estratégia
– despudorada arma

Vitoriosa
bebo em teu cálice
o sêmen

...chove sobre o cio.




Gloria Sartore

segunda-feira, 9 de junho de 2014

O vestido de Leila

Mário era meu amigo havia muitos anos, sujeito boa praça, sempre alegre e rodeado de amigos. No fim dos anos de 1990, por volta de 20 anos Mário resolveu morar na Europa, como era fascinando por literatura escolheu a Rússia, lugar este onde Mário morou por mais de 15 anos, tendo este retornando ao Brasil há pouco mais de dois meses, casado com a bela russa Leila.
Quando Mário voltou ao Brasil me procurou, e logo fui ao seu encontro, este organizado por Mário em sua nova casa. Quando cheguei, fui muito bem recebido e logo Mário tratou de me apresentar sua bela esposa Leila, mulher alta, magra, de seios rígidos, e boca rosa e carnuda, seus cabelos estavam cortados na altura dos ombros, e suas pernas longas e bonitas eram as mais belas, onde já havia pousado os olhos. Demos as mãos e trocamos palavras cordiais, ainda lembro-me do toque de suas mãos macias e do perfume de jasmim que vinha de seu belo cabelo castanho claro, e da sensação invasiva que seu olha me causou.
Sentamos no sofá, Leila sentou a minha frente com suas longas pernas e um vestido branco, que evidenciava os bicos dos seios quase aparentes, pensava comigo mesmo, que aqueles seios caberiam inteirinhos em minha boca, pensava em seus mamilos grandes e vermelhos inchando de excitação a cada toque de minha mão a cada mordida a cada lambida. Mário, foi na cozinha nos preparar algo, fiquei sozinho com Leila.
Assim que Mário saiu, Leila descruzou as pernas, levantou seu vestido suavemente e me mostrou suas coxas, logo fiquei de pau duro e ela me provocando mais ainda colocou um dedo na boca, passou toda a língua, engolia o dedo com desejo, encharcou-o de saliva e enfiou entre as penas, tocou em seus seios, apertou-os, mordeu os lábios, levantou o vestido mais um pouco e abriu as pernas, me mostrou a boceta rosa e inchada de tesão.

Levantei, sentei a seu lado, toquei seus seios, e enfiei a mão no meio de suas pernas úmidas, a boceta se abriu quente, feroz, parecia engolir meus dedos, com suas contrações, comecei a ouvir seus gemidos baixinhos, o jeito como se mexia, me enlouquecia, tirei o pau para fora, Leila abaixou se e colocou os lábios vermelhos na cabeça e logo engoliu tudo, babando feito doida  gemendo, se contorcendo, pendido para que eu a fodesse, “Fuck me baby, please, fuck me”, seu sotaque sua voz firme só me deixava mais excitado.

Mordi seu pescoço, deslizei a mão para trás e enfiei  o dedo que estava todo molhado por sua bocetinha no cu, logo senti ela o contraindo, mas insisti, enfiei o dedo devagar naquele cuzinho pequeno e rosa, ela gritava baixinho, me abaixei e passei a língua nela todo, ele mordia meu pau, apertava as bolas, e minha língua fodia seu cuzinho, ela gritava, pedia mais, me chupava, meus dedos voltaram para sua boceta e ela estremeceu, gritou e mordeu minhas bolas,  eu estava doido de tesão, queria gozar, mas Leila parou sentou-se novamente  abaixou o vestido e sem falar nada me deixou lá de pau duro.

 Levantei-me sentei-me novamente  no outro sofá e durante todo o almoço Leila ficou sentada a minha frente, rindo e dizendo o quanto amava Mário e como eram felizes, enquanto passava o pé sob a mesa na minha rola, que continuava dura, e cheia de tesão. Depois do almoço não aquentei, levantei e fui ao banheiro bater uma punheta, nunca gozei tanto em minha vida, agora estou sempre na casa do Mário, voltamos a sermos os melhores amigos que sempre fomos, e Leila, está usando um vestido diferente todos às vezes.