Moro no interior de SP, na cidade de Araçatuba. Sou casado
há quase cinco anos. Próximo ao meu trabalho há diversas residências e sempre
que eu chego para trabalhar, vejo uma morena baixinha com seios perfeitos,
bunda redonda e pernas grossas, mas nunca pensei em trair minha esposa, que por
sinal é muito linda. Porém um dia estava meio puto da vida, pois eu estava com uma
baita excitação e minha mulher cismou de não transar antes de ir trabalhar. Aí,
quando estou chegando com o carro, vejo a morena. Ela me olhou, encarou mas não
esboçou nada que me desse uma oportunidade de falar alguma coisa. Como sou
insistente, dei a volta no quarteirão e vi onde ela entrou. Pelo jeito, parecia
ser empregada doméstica de uma das casas que ficavam nas redondezas. Dias se
passaram e a encontro novamente.
Dessa vez fui mais rápido e quando ela me
encarou eu disse: - Bom dia… - Bom dia. – disse ela com um sorriso no rosto.
Dei a volta no quarteirão e a encontrei na esquina. - Será que só vou conseguir
ver você durante alguns segundos? Ou você me deixa conversar com você por mais
alguns minutos? – eu disse. Ela disse: - Se não for demorar muito, você pode
vir tomar café comigo. - Qual seu nome? – perguntei. - Monica. – respondeu ela.
Aceitei de imediato. Entramos na casa onde ela trabalhava. Perguntei se não
haveria problema e ela disse que não, que a patroa dela era super gente boa e
não se incomodaria. Enquanto ela fazia um café, eu disse que não estava mais
resistindo em vê-la passar e não poder tocá-la. - Então o que você está fazendo
parado aí? Aproveita! Fiquei alucinado! Minha vontade era avançar nela, mas eu
estava na casa de uma pessoa que eu não conhecia, sem contar que estava com a
camisa da empresa da qual sou gerente, poderia causar algum problema. A
primeira coisa que ela fez foi tirar a alça do vestido que ela usava. Eu nunca
tinha visto um peito moreno tão bonito. Que seios perfeitos. Não resisti e a
beijei na hora, sentindo aquele peito roçando em mim. Ela segurou minha nuca,
me afastou da boca dela e me disse: - Me chupa, por favor… Imediatamente,
coloquei a mão na boceta dela e estava muito (mas muito mesmo!) molhada. Na
mesa da cozinha, coloquei-a sentada e comecei a chupá-la. Ela gemia baixinho e
dizia: - Quero gozar assim! Me chupa gostoso, safado! Eu esfregava minha cara
na boceta dela e sugava o grelo com maestria. Dentro da calça, meu pau parecia
que iria estourar. Senti que ela estava gozando quando forçou minha cabeça
contra a boceta dela e mexia o quadril de forma alucinada. Ela respirava
ofegante, parecendo que algo a estava sufocando. Ainda sendo chupada após o
gozo, ela me diz: - Me come… Por favor… Nem precisava pedir! De imediato, abri
o zíper da calça e abaixei a mesma. - Não sei se dou conta, mas quero sentir
esse pau grosso inteiro dentro de mim. – disse ela. Virei-a de costas e a
debrucei na mesa. A boceta dela estava extremamente molhada (a essa altura,
pingando no chão) e quando tentei cravar meu pau na boceta dela, parecia que
era virgem. Ela me empurrou e disse: - Deita no chão! Eu vou sentar nesse pau é
agora! Se tiver que me arrombar, que arrombe de verdade! Deitei no chão e meu
pau estava em riste. Ela segurou firme, mirou na boceta dela e foi descendo devagarzinho.
Demorou alguns segundos para entrar tudo e quando entrou, ela apenas mexeu o
quadril e disse: - Vou gozar de novo! Foi impressionante! Ela me segurava nos
braços e eu via os seus olhos virarem. Ela mexia o quadril pra frente e pra
trás e eu sentia meu pau encostar-se a uma parede dentro dela. Mesmo em cima de
mim, segurei-a pela bunda e comecei a bombar dizendo que seria minha vez. Em
pouquíssimos minutos avisei que gozaria, ela tirou meu pau de dentro dela e eu
gozei naqueles seios maravilhosos. Ela passava meu pau nos seios dizendo: -
Você é lindo, cara… E ainda por cima tem o pau gostoso… Quero pra mim!
Levantei, vesti a calça, abotoei a camisa e dei um beijo nela que não deixou
nem meu pau ficar mole de novo. Na hora de sair, vejo vindo à minha direção um
mulher de aproximadamente 45 anos (eu tenho 33), cabelos loiros, curtos, de
óculos escuros, salto alto, com uma calça jeans colada e uma camisa branca. Assuntei-me,
mas mantive a aparência. Eu disse a ela: - Bom dia. - Bom dia, querido! – disse
ela toda sorridente e simpática. Olhei pra morena e disse: - A gente se fala? -
Claro! – Ela respondeu. Deixei meu cartão na esperança de receber uma ligação e
fui embora. Cerca de 2 horas depois, recebo uma ligação. - Oi, é a Monica. Tudo
bem? - Oi Monica. Tudo e com você? Posso ajudar em alguma coisa? – respondi com
um frio na barriga. - Vi que você trabalha com computador e minha patroa estava
precisando arrumar o dela. Você pode ver isso? - Claro que posso. Estarei aí em
alguns minutos. Em cerca de 20 minutos cheguei lá. Ela me apresentou a patroa
formalmente. O nome dela é Quelzinha (o único nome fictício da história é o
meu). Ela apertou minha mão com firmeza, porém estava séria. Perguntei o que
houve e ela me chamou até uma sala onde ficava o computador.
Chegando lá,
perguntei o que estava acontecendo com o computador dela e ela me disse: - Não
está acontecendo nada, ele funciona perfeitamente. Na verdade, a Monica me
contou o que aconteceu hoje cedo e eu quero ver se é verdade que seu pau é tão
grosso assim. Na hora, eu gelei. Cara, isso parece história de filme erótico e
estava acontecendo comigo. Ela olhava pra mim e eu em silêncio. Ela disse: -
Anda! Mostra-me logo esse troço, rapaz! Eu achava até que tinha alguém filmando
e queria entregar tudo pra minha esposa, mas olhei bem pra ela e desabotoei a
calça. Quando ela viu meu pau mole disse: - Caralho… É verdade mesmo. Imagina
isso duro! Ela segurou, abaixou na minha frente e pôs na boca. Chupou com
dificuldade, passava a língua nele inteiro e chupava as bolas. Quando ficou
totalmente duro, ela disse: - Quero sentir o mesmo que a Monica disse que sentiu.
Dá seu jeito! Sentei no sofá que tinha ao lado do computador e mandei-a sentar
com a boceta na minha cara. Ela apoiava na parede e eu a chupava com vontade.
De repente eu senti uma coisa quente no meu pau e assustei (quase derrubei a Quelzinha).
Quando olhei, era a Monica me chupando. Aí quem ficou alucinado fui eu! Já
tinha comido duas mulheres antes, mas gatas desse jeito, nunca! A Quelzinha
gemia enquanto eu chupava ela e a Monica gemia chupando meu pau que mal cabia
na boca. Virei a Quelzinha de quatro, tive um bocado de dificuldade pra colocar
o pau dentro dela, mas quando entrou ela deu um gemido tão sensual que quase
gozei só de ouvir. Eu comia a Quelzinha de quatro e a Monica se masturbando do
lado, pois a Quelzinha nao queria ter contato com mulheres na transa. A Quelzinha
dizia: - Não para de meter que eu quero gozar com esse pau grosso na minha
xana. Dentro de poucos segundos, a Quelzinha começa a mexer e tremer de uma
forma muito louca e sem tirar meu pau de dentro, ela vira de frente e começa a
rebolar olhando na minha cara e dizendo: - Tô gozando, filho da puta! Nunca
gozei desse jeito!! Bate na minha cara, bate! Bati, segurei na cintura dela e
bombei com força. Ela passou a gritar e a Monica que estava ao lado, também
disse que iria gozar. Não aguentei e gozei dentro da Quelzinha. Gozei muito,
quase igual a primeira gozada que dei logo de manhã.

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