Ele dizia que me amava, beijava meu pescoço e passava a mão em meus quadris, me puxava devagar para encontrar seu corpo, passava a mão no meu rosto, e dizia safada, ele me amava como podia, como queria, ou como ele imaginava. Eu me fazia de santinha, bebia leitinho no pires, feito uma gata treinada,andava de quatro pelo quarto, amava sem embarraços e grunia, sempre que ele me atravessava.
Ele tinhas braços fortes e um peito largo, boca macia e molhada, ainda lembro de seus lambios tocando os meus que não ficam na boca, mas, embaixo. Ele dizia que eu estava salgada, doce e amarga, e me cheirava...Eu gemia.
Tinha essas coisas bobas de passar a mão na minha bunda, molhar o dedo e tentar algo com minha flor, mas eu era menina seria, comportadinha e dizia que se ele quisesse aquilo, que procurasse uma bixinha, eu até apresentaria umas amiguinhas.
Eu sempre fui braquinha, e ele me deixava marcadinha, me chamava de loirinha e me deixava na porta de casa. Eu corria para o quarto e tirava a calcinha, sentava na quina da cama e derretia, lembrando das suas mãos de homem, seu beijo de açucar, seu pau de sal.
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